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Gerais : Leis para imóveis vazios após o arrebatamento já existe
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 19:02:36 (445 leituras) |
A Fé Bahá'í é uma religião monoteísta fundada por Bahá'u'lláh, na Pérsia durante o século XIX, que enfatiza a unidade espiritual da humanidade. Trata-se de uma religião independente que possui as suas próprias leis, escrituras sagradas, administração e calendário. A Fé Bahá'í tem influenciado a ONU dado ao seu caráter da falsa paz global.
O arrebatamento é o acontecimento mais aguardado de todos os tempos pelos cristãos verdadeiros. Essa promessa está descrita no versículo abaixo:
Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro (MT 24:40)
Mas o que fazer com as casas que ficarão vazias? Pensando nisso, a figura ímpar de Baha’u’llah ( AP 17:8) criou leis extras que não se encontram em seu sacratíssimo livro o kitáb-i-aqdas (Ap 10:10). Eis a sua solução para o problema dos imóveis vagos:
“Se alguém encontra uma propriedade perdida em uma cidade, deve-se divulgar a descoberta e tentar encontrar o dono. Se o proprietário não for encontrado, quem encontrou o bem deve aguardar por um ano antes de se apropriar do bem. Se o valor for significantemente pequeno, ele deve esperar apenas um dia. Em áreas desabitadas, quem o encontrou deve aguardar três dias.
Esta lei é designada para o futuro, essa questão atualmente é coberta pela lei civil de cada país.”
Como podemos observar, cada país criará suas leis de apropriação de imóveis vagos causados pelo arrebatamento. A defesa civil de cada país terá grande participação na Nova Ordem Mundial de Baha’u’llah para interditar os imóveis vagos.
Outra lei importante é sobre o tesouro dos cristãos dominados pela ganância de poder e riqueza. Infelizmente existem igrejas que na verdade são seitas como a IURD de Edir Macedo que adoram ir contra a palavra de DEUS, pois algumas “pessoas” como ele que conseguem ficar ricas se sentem tão seguras que acham que não precisam de nada.
Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; (Apocalipse 3 : 17)
Após o arrebatamento e a perseguição, esse tipo de “cristão” será cruelmente morto e posteriormente julgado por DEUS por suas atrocidades e manipulações na terra. Mas o que fazer com suas casas repletas de ouro, prata e jóias preciosas? Baha’u’llah propõe o seguinte em suas leis:
“Se um tesouro for encontrado, um terço dele é direito do descobridor, e os dois terços restantes devem ser entregues para a Casa Universal de Justiça para o bem-estar da humanidade”
Como podemos observar, a Casa Universal de Justiça e a Guardiania (AP 13:11) terão o controle do lastro em ouro, por isso é importante devolver parte da quantia para impulsionar a economia portadora do Sinal, nome e número de letras do nome de Baha’u’llah
Referência: http://pt.bahaikipedia.org/Leis#Outras_leis |
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Gerais : Marina Silva não irá se opor a casamento entre pessoas do mesmo sexo
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 18:59:55 (518 leituras) |
Diferente do que era esperado, por se tratar de uma pré candidata a presidência da república declaradamente evangélica, a atual senadora pelo Partido Verde, Marina Silva , disse em entrevista que caso vença as eleições não irá se opor à união civil entre pessoas do mesmo sexo. Ela pertencente à igreja Assembleia de Deus, que como todas as igrejas evangélicas não apoia nenhum tipo de ação a favor dos direitos homossexuais. A senadora disse: “Minha posição pessoal não se coloca relevante para o Estado, para políticas públicas. Minha posição pessoal é a luz da minha fé, não tenho como pensar diferente. Em relação a discriminar qualquer pessoa, o Estado não vai fazer isso de forma alguma.”
Fonte: Folha Gospel / Gospel Prime |
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Gerais : Um quarto dos alemães aceitam implantar chip no corpo
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 18:58:18 (339 leituras) |
Pesquisa feita pela Associação Alemã das Empresas de Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) revela que 23% dos moradores do país topam ter um microchip inserido no próprio corpo, contanto que isso traga benefícios concretos a eles. O levantamento, realizado com cerca de mil pessoas de várias cidades, foi divulgado na feira de tecnologia Cebit, que vai até o próximo sábado (7), em Hannover. A pesquisa tem como objetivo mostrar que a divisão entre vida real e vida digital é cada vez mais estreita. O tema da Cebit neste ano é "Connected Worlds" (mundos conectados).  | | Autoridades reunidas tocam globo durante cerimônia de abertura da feira Cebit, em Hannover, Alemanha | "Esse é um grande exemplo de quão longe as pessoas querem que as redes cheguem", disse o presidente da Bitkom, August-Wilhelm Scheer. Pesquisa semelhante feita no final de 2006, na Inglaterra, mostrava que um em cada vinte adultos se dizia disposto a usar um microchip no corpo para evitar o uso de cartões de crédito ou dinheiro vivo nas compras. O estudo, promovido pelo Instituto Britânico para o Estudo do Setor da Alimentação (IGD), mostrava ainda que a proporção aumentava para um em dez quando o público entrevistado era composto por adolescentes.
Folha/Notícias Cristãs |
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Gerais : Avatar e a vindoura religião mundial única
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 18:54:19 (438 leituras) |
 O filme Avatar*, de James Cameron, é um fascinante e arrebatador sucesso nos cinemas. Seus efeitos especiais são tão tremendos que transportam a audiência vividamente para um outro mundo, no qual adorar uma árvore e ter comunhão com espíritos não são apenas aceitáveis, mas atraentes. Avatar é também marcadamente panteísta e essencialmente o evangelho segundo James Cameron. Esse tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas do filme: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de todas as coisas viventes”.
Sobretudo, o filme é repleto de mágica ritualística, comunhão com espíritos, xamanismo, e descarada idolatria, de forma que condiciona os espectadores a acreditarem nessas mentiras do ocultismo pagão. Além disso, a platéia é levada a simpatizar com o Avatar e termina torcendo por ele quando é iniciado nos rituais pagãos. No final, até mesmo a cientista-chefe torna-se pagã, proclamando que está “com Eywa, ela é real” e que ficará com Eywa após sua morte.
Enquanto a representação fictícia de James Cameron a respeito da religião da natureza presta-se muito bem à mentira da Nova Era de que as religiões dos nativos americanos [indígenas] eram favoráveis à vida e inofensivas, a representação dos sacerdotes maias em Apocalypto (de Mel Gibson), devedores de divindades sedentas por sangue, que exigiam o sangue de suas vítimas sacrificiais, estava muito mais perto da verdade. A maneira adocicada e romântica com que James Cameron mostra os selvagens e os antigos cultos à natureza em Avatar é oposta aos fatos encontrados em antigos códices e achados arqueológicos: estes revelam que os astecas, os maias e os incas estavam todos envolvidos em sacrifícios humanos em massa, inclusive tomando a vida de criancinhas inocentes para apaziguar seus deuses demoníacos.
Conhecendo o histórico das obras de James Cameron em atacar o cristianismo, e especialmente a ressurreição de Cristo no documentário absolutamente desacreditado The Lost Tomb of Jesus [exibido no Brasil como “O Sepulcro Esquecido de Jesus” e lançado em DVD como “O Sepulcro Secreto de Jesus”], não deveria nos surpreender que ele escrevesse e dirigisse uma propaganda de 300 milhões de dólares para promover o culto à natureza e aos espíritos.
O tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas De Avatar: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de Todas as coisas viventes”.
Claramente, Hollywood tem tido uma influência persistente em arrancar os EUA [e o Ocidente] de suas raízes cristãs conservadoras e levá-los a crenças e práticas do ocultismo da Nova Era. O panteísmo atrai a turma de Hollywood porque ensina que todos somos Deus e que não precisamos nos preocupar em sermos obedientes ou em prestarmos conta diante de um Deus pessoal que criou o Universo. Entretanto, não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a Cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à Terra sob a máscara de sua imaginária Deusa-Mãe Terra; é também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore.
Em seu livro Earth in the Balance, Gore sugere que voltemos à adoração da natureza e eleva várias seitas de adoradores da natureza e religiões dos nativos americanos ao status de modelo para nós:
Essa perspectiva religiosa pan** poderá mostrar-se especialmente importante no que se refere à nossa responsabilidade pela terra como civilização global. (...) As religiões dos nativos americanos, por exemplo, oferecem um rico conjunto de idéias sobre nosso relacionamento com a terra. (...) Todas as coisas estão interligadas como o sangue que nos une a todos.[1]
Buscando uma síntese da Nova Era que combine várias tradições do ocultismo, Gore cita e favorece o ensinamento hinduísta, dizendo: “A Terra é nossa mãe, e nós todos somos seus filhos”.[2] Incrivelmente, mais adiante Gore afirma que deveríamos buscar novas revelações a partir dessa adoração da deusa do passado e culpa o cristianismo pela quase total eliminação da mesma:
O sentido espiritual de nosso lugar na natureza... pode ser traçado de volta às origens da civilização humana. Um crescente número de antropólogos e de arqueomitólogos... argumenta que a ideologia da crença prevalecente na Europa pré-histórica e em grande parte do mundo estava baseada na adoração de uma única deusa da terra, que se supunha ser a fonte de toda a vida e irradiadora de harmonia em meio a todas as coisas viventes. (...) O último vestígio de culto organizado à deusa foi eliminado pelo cristianismo. (...) Parece óbvio que um melhor entendimento de uma herança religiosa que precede a nossa própria por tantos milhares de anos poderia nos oferecer novas revelações.[3]
Gore prossegue declarando que precisamos encontrar uma nova religião baseada na natureza e cita Teilhard de Chardin, o teólogo da Nova Era, em apoio à “nova fé” do futuro:
Esse ponto foi sustentado pelo teólogo católico Teilhard de Chardin, quando ele disse: “O destino da humanidade, assim como o da religião, depende do surgimento de uma nova fé no futuro”. Munidos de tal fé, poderemos achar possível ressantificar a terra.[4]
Não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à terra sob a máscara de sua imaginária deusa-mãe terra; É também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore [ex-vice-presidente dos EUA].
Com os diretores de vanguarda de Hollywood e as figuras políticas de Washington na liderança, os EUA [e o Ocidente] estão rapidamente voltando ao paganismo que envolveu o mundo em trevas espirituais durante milênios. Que Deus nos ajude a prestar mais atenção à admoestação do apóstolo Paulo, encontrada nas Sagradas Escrituras. Ele nos ensinou que a adoração à natureza nos tempos da Antigüidade era resultado do afastamento da adoração ao único e verdadeiro Deus que, para começar, foi quem criou a natureza:
“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém” (Rm 1.21-25). (Joe Schimmel – www.goodfight.org - http://www.chamada.com.br)
* Segundo o hinduísmo, avatar é uma manifestação corporal de um ser imortal. Deriva do sânscrito Avatara, que significa “descida”, normalmente denotando uma encarnação de Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade. Por extensão, muitos não-hindus usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.
** Pan: palavra de origem grega que significa “tudo, todas as coisas”.
Notas:
1. Al Gore, Earth in the Balance – Ecology and the Human Spirit [A Terra em Equilíbrio – A Ecologia e o Espírito Humano], 1992, p. 258-259). 2. Ibid. p. 161. 3. Ibid. p. 260. 4. Ibid. p. 263.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 2010. |
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Gerais : Viver a Vida: o que os olhos não veem na novela da Globo
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 17:49:44 (341 leituras) |
Não há nada melhor que viver a vida neste meu Brasil brasileiro onde o coqueiro dá coco. Ao menos na teoria, viver a vida é bom. Ora, ninguém pode afirmar que o bom é viver a morte, e se existe vida há que se viver. Nada mais óbvio.
Por Washington Araújo*, no Observatório da Imprensa
Marca do novelista global Manoel Carlos, a obra em andamento conta também com histórias reais de superação e tudo contado na eternidade dos 60 segundos logo após o último bloco do capítulo diário de Viver a Vida, a novela. Em breve a novela seguirá para seu fim e até o momento quase nada tem sido escrito por especialistas da mídia sobre as aberrações que o folhetim apresenta. Mau-caratismo, traição, adultério, ciúme, inveja, alcoolismo e uso de drogas se apresentam no horário nobre toda santa noite como aperitivo antes do desbunde geral em que se transformou o que já não era bom, o famigerado Big Brother Brasil. As “vinhetas de superação” trazendo ao horário nobre gente sofrida, abandonada, envolvida nas drogas ou no crime, pessoas portadoras de necessidades especiais e vítimas de todo tipo de violência, testemunham como foi bom ter dado a volta por cima. Porque nesse horário somente essas pessoas sabem como é viver a vida, enfrentar os desafios, superar as debilidades. Na novela tudo é caricato, tosco e apelativo. Personagens quando choram parecem estar gargalhando por dentro, e quando falam de amor optam pelo desamor, focam as desilusões e nossas pequenas tragédias humanas. A realidade no folhetim é absolutamente virtual. Basta ver a favela de Viver a Vida. Tem até jantar à luz de velas. Balas perdidas? Existe isso? Onde? Quem? O hospital do Dr. Moretti é imenso pátio de diversões onde os médicos estão sempre na lanchonete, colocando em dia seus problemas amorosos e nunca incomodados por pacientes alquebrados, gente entre a vida e a morte como é tão comum e mesmo rotineiro em hospitais. A pousada de Búzios tem clima de Copacabana Palace. Tudo na pousada é muito limpo, decoração de primeira, natureza exuberante, ninguém parece trabalhar mas tudo está sempre nos trinques e hospedes que é bom, se existem, não dão as caras. Faltou a Manoel Carlos a vivência de um feriadão em pousada de Salvador, Porto Seguro, Natal ou Florianópolis.
Trabalho infantil Viver a Vida é um vale de lágrimas do início ao fim. As pessoas choram sem parcimônia. E com gosto. Há aquela que chora porque não consegue parar de beber. Há aquela outra que chora porque está tetraplégica. Outra chora porque não consegue consumar o adultério. Há quem chore porque é abandonada pelo noivo a poucas horas do casamento. Outra chora porque o marido não aceita conviver em harmonia com os enteados, filhos do primeiro casamento. Tem quem chore porque a irmã tetraplégica recebe mais atenção da mãe e das irmãs. Há quem chore porque os filhos gêmeos estão apaixonados pela mesma pessoa. Tem quem chore por acreditar que uma pessoa tetraplégica não pode fazer ninguém feliz. É o folhetim dos vilões-fashion, gente descolada, rica e que prefere viver a vida na base de quanto mais fútil for a vida, melhor. Até aqui nada de muito novo. O que não entendo é as autoridades responsáveis pela proteção da infância e da adolescência deixarem uma graciosa menina de apenas 8 anos de idade interpretar uma vilã. É o que acontece com a Rafaela interpretada pela espertíssima Klara Castanho. Vemos todas as noites sua infância sendo roubada. Assistimos impassíveis ao sequestro de uma inocência que deveria ser preservada, inicialmente por seus pais, depois por esse veículo de comunicação que é uma concessão pública chamada televisão e depois pelo pessoal do judiciário, das tais varas da Criança e do Adolescente. Rafaela se pinta com as cores da vida adulta, se veste insinuante como é comum aos jovens, é a cara do consumo-mirim sempre instigando sua mãe a comprar isso e aquilo mesmo que não tenha rendimento para tal. O pior nem é isso. O pior é o retrato de criança manipuladora e sensual, chantagista e dona de opinião sobre assuntos bem complexos para mente em formação como é o caso de aborto, mãe esperando segundo filho, vida de mãe solteira e testemunha de tórrida cena de adultério. Será que ninguém observa nada disso? Será que ninguém vai trazer à mesa a discussão sobre trabalho infantil em programas para público adulto como é uma novela das oito? Será que toda e qualquer manifestação artística é passível de ser exercida por crianças e adolescentes? Pelo andar da carruagem não me causará espanto se em capítulo futuro a pequena Rafaela se transformar em psicopata-mirim.
Mercado e audiência É que ninguém está nem aí para colocar em prática dispositivos como o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069, de 13/7/1990), calhamaço que conta com impressionantes 267 artigos. Destes faço questão de enunciar apenas seu Artigo 3º:
“A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.”
A caracterização dada à personagem Rafaela faculta à atriz-mirim Klara Castanho seu desenvolvimento “mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade”? A meu ver, se dá exatamente o contrário. Rafaela é tratada como coisa a ser transportada na vida cheia de peripécias de sua mãe Dora; interpõe-se com protagonismo principal na relação de sua mãe com quem poderia ser seu bisavô, o romântico Maradona, dono da pousada; os diálogos de Dora com Rafaela se sustentam em mentiras escancaradas e em meias verdades; os olhares de “brinquedo assassino” de Rafaela ao iniciar sua precoce carreira de chantagista mirim com a principal protagonista do folhetim, Helena, não deixam dúvidas que coisa muito mais escabrosa vem pela frente. Enquanto a trama se desenrola, Rafaela passa a frequentar com maior insistência o imaginário de milhões de crianças da mesma idade vindo a se tornar um modelo infantil a ser seguido com toda sua carga de manipulação e astúcia poucas vezes vista em personagens adultas. E não encontramos contraponto. Isso acontece porque levantar qualquer bandeira que vise proteger a integridade moral e a dignidade de uma criança explorada por um folhetim global é quase cometer crime de lesa-pátria. E não faltarão pessoas a torcerem o nariz para esse meu texto sob o pretexto de que seria incitação à censura. Nada mais ridículo que isso. O ponto é que enquanto o Deus-Audiência estiver em seu trono nada poderá mudar. Nem que preceitos constitucionais sejam violados e que sejam arquivadas no baú das coisas imprestáveis imagens de crianças inocentes, bondosas, cheias de compaixão, educadas, inteligentes, respeitadoras dos mais velhos... e tantos outros predicados do tempo em que andar a pé era novidade.
* Washington Araújo é jornalista, escritor e professor da UnB
Vermelho/Notícias Cristãs |
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Gerais : Igrejas poderão ser obrigadas a pagarem impostos e fazerem casamentos de homossexuais
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 19:01:40 (358 leituras) |
A informação foi dada neste sábado (6/3) em forma de alerta aos cristãos, no programa “Semeando a Palavra, Colhendo os frutos”, apresentado pelo Reverendo Osni Ferreira, da Igreja Metodista, na Tv Cidade Verde de Juína. Segundo o religioso, leis que tramitam no Congresso Nacional, podem mudar a realidade das igrejas brasileiras. “Eu quero fazer um alerta ao povo de Deus de Juína”, disse. Segundo Osni, se aprovadas algumas leis, ficará proibido, por exemplo, a pregação do evangelismo em praças públicas. Pastores e Padres ficam proibidos de apresentarem programas de áudio e vídeo, que durem mais de 1 hora. “Nunca usei este programa para criticar ninguém. Levamos aqui a palavra de Deus”, destacou o Reverendo. Nesta, suposta Reforma Constitucional, as igrejas também ficariam obrigadas a pagarem impostos dos dízimos e ofertas. “Isso é o fim dos tempos minha gente, por isso que estamos vendo terremotos pra todo lado, isso é diabólico, falta respeito com as obras de Deus”, enfatizou Osni no programa. Ainda segundo o Reverendo, que é formado em Teologia, as igrejas também serão obrigadas a fazerem o matrimonio entre casais homossexuais. O pastor recebeu as informações através de um e-mail de um deputado federal que é contrário as leis. “Peço a todos muita oração para que essas leis não sejam aprovadas e que sirva de alerta para nós neste ano eleitoral”, finalizou.
CN/Notícias Cristãs |
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Gerais : Acreditar em Deus melhora resposta ao tratamento para depressão
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 18:59:07 (346 leituras) |

Fé contra a depressão
Pesquisas têm sugerido que a crença religiosa pode ajudar a proteger as pessoas contra os sintomas da depressão. Mas um estudo, feito na Universidade Rush, nos Estados Unidos, vai um passo além. Em pacientes já com o diagnóstico de depressão clínica, a crença em um Deus que se importa com as pessoas pode melhorar a resposta ao tratamento médico, conforme relata um artigo publicado no Journal of Clinical Psychology.
Medidores de sentimentos e espiritualidade
Participaram do estudo um total de 136 adultos diagnosticados com depressão grave ou depressão bipolar, atendidos tanto em ambiente hospitalar quanto ambulatorial, voltados para cuidados psiquiátricos. Os pacientes foram examinados logo após a internação para tratamento e oito semanas depois, utilizando o Inventário Beck de Depressão, a Escala de Desesperança de Beck, e a Escala do Bem-Estar Religioso - todos instrumentos padrão das ciências sociais para avaliar a intensidade, a profundidade e a gravidade da doença e os sentimentos de desesperança e de satisfação espiritual, respectivamente.
Fé salvadora
A resposta à medicação, definida como uma redução de 50 por cento nos sintomas, pode variar em pacientes psiquiátricos. Alguns podem não responder de forma alguma. Mas o estudo descobriu que aqueles com fortes crenças em um Deus pessoal e que se preocupa com as pessoas tinham maiores chances de responder à medicação e experimentar melhoras. Especificamente, os participantes que ficaram no terço superior da Escala de Bem-Estar Religioso tinham 75 por cento mais probabilidades de melhorarem com o tratamento médico para a depressão clínica. O resultado é semelhante a um estudo feito no Brasil, que demonstrou a importância da religião para lidar com o câncer.
Importância da esperança
Os pesquisadores avaliaram se a explicação para a melhoria da resposta aos medicamentos estaria ligada ao sentimento de esperança, que normalmente é uma característica da crença religiosa. Mas o grau de esperança, medido pelos sentimentos e expectativas quanto ao futuro, e o grau de motivação, não conseguem prever se um paciente se sentirá melhor com o uso dos antidepressivos. "Em nosso estudo, a resposta positiva à medicação teve pouco a ver com o sentimento de esperança que normalmente acompanha a crença espiritual," afirma Patricia Murphy, professora de religião, saúde e valores humanos da Universidade Rush. "Ela esteve ligada especificamente à crença em um Ser Supremo que se importa com as pessoas."
Importância da religião para os pacientes
"Para as pessoas diagnosticadas com depressão clínica, a medicação certamente desempenha um papel importante na redução dos sintomas," disse Murphy. "Mas quando se trata de pessoas diagnosticadas com depressão, os médicos precisam estar cientes do papel da religião na vida de seus pacientes. É um recurso importante no planejamento do tratamento." Um outro estudo sobre religião e medicina mostrou que, apesar da importância da religião na recuperação dos pacientes, a maioria dos médicos tende a ver a fé como um empecilho às suas decisões.
Antropocentrismo
A crença em um Deus pessoal e que cuida diretamente de cada pessoa é chamada pelos estudiosos de antropomorfização de Deus - conceber Deus como sendo uma espécie de humano super poderoso. Esta é uma marca de todas as religiões ocidentais tradicionais, mas está ausente nas religiões orientais, como o budismo e o hinduísmo, bem como em diversas outras igrejas de fundação mais recente, como o espiritismo e a Fé Bahai. A quase totalidade dos teólogos vê essa crença com uma espécie de interpretação infantil da divindade. Mas essa compreensão não chega às liturgias pregadas nas igrejas, o que tem colaborado para a permanência dessa concepção de Deus ao longo de milênio.
Fonte: DS/Notícias Cristãs |
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Gerais : Crepúsculo - O que está por trás da série
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 18:57:42 (335 leituras) |
Pastor César Moisés
Vez por outra, sou procurado para dar alguma opinião sobre assuntos relacionados à adolescência. Não é segredo que tenho uma obra direcionada a este público, comento lições de Escola Dominical para a faixa etária e, além de ser educador, sou pai de uma pré-adolescente. O jornalista Ivan Carlos, da Revista Geração, enviou-me algumas perguntas para a matéria de capa da nova edição do periódico. Confira minha opinião sobre a "nova febre" dos teens.
Você é pai de uma adolescente e sabe o quanto são curiosos. Como você lida com essa questão em casa? Essa é uma pergunta bastante pessoal e, por isso, talvez não se aplique a outros casos. Em relação à minha filha, por mais que alguém ache que seja retrógrado pensar assim, ela conhece limites. Não tenho nenhum receio em dizer “não” para ela. Afinal, ela só tem 11 anos e não pode decidir (inclusive legalmente) por sua vida. Agora, é lógico, entendo que não basta simplesmente dizer “não” sem que a situação sirva de experiência, ou seja, não a deixo sem razões. A ideia de limite, disciplina ou coisa parecida, precisa ter uma função pedagógica. Assim, o “não”, geralmente é seguido de “para que”. Algo que quero deixar claro é que não educo minha filha como se estivesse em uma redoma ou bolha, pois tal empreendimento é uma fuga temporária que fragiliza, imediatamente, a vida espiritual e, posteriormente, a vida adulta. Eu e a minha esposa sempre trabalhamos bem o fato de que se Deus nos criou, Ele é quem determina como devemos viver e não as convenções sociais ou os modismos. Por isso, não temos grandes problemas com esses assuntos, pois com pouco diálogo, a Céfora logo conclui que aquilo não é para alguém que conhece a Deus, logo, não é para ela! Sinceramente, existem coisas que, a priori, ela mesma não quer nem saber. Pode estar todo o mundo inclinado para o negócio que ela faz questão de ir na contramão. Alguém poderia alegar que ela assim procede apenas para agradar aos pais, entretanto, existem aqui também duas coisas importantes: caráter e sensibilidade espiritual. São coisas que ela precisa ter, pois não dá para forjar por tanto tempo.
Qual conselho daria para os pais? É difícil, mas procurem fazer o mesmo. Conversem com os seus filhos, tenham diálogo. Não há receita de bolo (algo que funcione exatamente da mesma forma para todos os casos). Sejam os primeiros e maiores amigos de seus filhos, sem necessariamente serem cúmplices aceitando tudo que eles fazem ou querem. Agora é claro, tudo vai depender do tipo de criação que esse adolescente teve. Entre a repressão despropositada e a restrição consciente há uma grande distância. Outro cuidado extremamente necessário de se ter é não criar o filho em uma redoma, pois quando ele se deparar com o “mundo real” (sem o protecionismo ou a blindagem moral dos pais), não saberá como se comportar.
Qual conselho daria para os adolescentes? Ele não é cristão porque é diferente, mas exatamente o contrário. É preciso que entenda que não é ele que está errado, mas os outros é que não estão sendo o que foram criados para serem! É por isso que, desde muito cedo, entendi que não adianta ensinar um monte de regras de “pode” ou “não pode”, pois elas se desgastam. O ideal é ensinar princípios e discutir o propósito da nossa existência: “Por que existimos?” “Para que fomos criados?” Essa é a metodologia adotada na educação de nossa filha e a mesma que utilizei na ficção O Mundo de Rebeca. É altamente eficaz, esclarecedora e oferece a possibilidade de o adolescente decidir, por si mesmo, o que deve ou não fazer.
A Bíblia diz que tudo me é lícito, mas nem tudo convém. Eu pergunto. Convêm ao adolescente assistir esse tipo de filme? Depende. Minha filha, por exemplo, assistiu o Crepúsculo juntamente comigo (Afinal de contas como é que eu iria criticar o filme ou o livro sem ter ao menos algum contato com o material?). Ela não gostou da mensagem do filme e eu fiz questão de apenas observar alguma coisa depois que ela fazia a crítica. Várias vezes ela parou o filme, e fez comentários extremamente maduros. Isso me alegra. Lamentavelmente, sei que essa não é a realidade da maioria dos lares cristãos. Assim, se os pais não possuem o costume de fazer um exercício crítico das programações televisivas e, de toda a cultura popular, é aconselhável aprofundar-se com literatura séria e, quem sabe, iniciar essa atividade a partir desses filmes. Por último, é importante observar a motivação com a qual o adolescente cristão quer assistir. Se caso a sua postura for de encanto, admiração ou mesmo simpatia, é preciso que, com o exercício crítico realizado juntamente com os pais, o adolescente cristão passe a, definitivamente, não gostar desse tipo de filme, ou seja, é preciso que ele tenha uma mudança de atitude.
Como o adolescente deve se portar com os amigos da escola, se ele não viu o filme e os amigos assistiram? Deve agradar os amigos para ser aceito naquele grupo? Definitivamente não. Primeiro porque ele não é obrigado a ser como os demais, massificado. Para isso, volto a destacar, é importante que ele tenha tido uma boa formação familiar. Por outro lado, não recomendo que ele tenha uma postura antagonista ou legalista. Acredito que se o adolescente cristão estiver realmente preparado, pode até pregar o evangelho a partir do assunto do filme. Ele pode questionar alguém que não acredita em Deus, mas que, paradoxalmente, acredita nas ficções que envolvem ocultismo, superstições crenças e religiosidade. Tudo, repito, vai depender da capacidade e do conhecimento do adolescente cristão. Se ele foi ensinado e instruído na Palavra, é um assíduo aluno da Escola Dominical (uma que tenha qualidade, é claro), com certeza terá possibilidade de assistir, não ser influenciado e ainda usá-lo como ponto de partida para falar de Jesus.
No filme existem vários pontos que vão contra nossa crença, por exemplo, a traição. Como mostrar para o adolescente que isso é errado, pois os filmes mostram que isso é comum? Permita-me uma correção: a traição não é apenas contra a nossa crença, mas contrária aos bons princípios que até mesmo as pessoas não-crentes possuem. Esse é outro cuidado que precisamos ter ao tratar com os adolescentes cristãos. A traição não é errada somente para quem serve a Deus, mas para qualquer pessoa! E talvez seja exatamente nesse ponto que a gente mais erra. É preciso reconhecer uma coisa: o filme e os livros sabem passar sua ideologia de forma muito criativa e sutil. O nosso problema é que achamos que as coisas certas, ou seja, os bons valores e princípios devem ser ensinados com a testa franzida, a voz grave e em tom ameaçador. Em outras palavras, significa que eu não posso ser simplista e ensinar aos adolescentes cristãos que a traição é um pecado e que sua prática leva à pessoa ao inferno (apesar de isso ser verdade). É preciso acrescentar que ser íntegro é obrigação do ser humano, independentemente de sua crença. Por isso, não canso de insistir, tudo passa pela formação familiar do adolescente. Se ele tem essa boa formação, com certeza ela se refletirá em todos os momentos de sua vida, ou seja, ela servirá como um “filtro moral”, fazendo com que o adolescente rejeite tudo aquilo que não condiz com a ética, a boa moral, os bons costumes e valores e, acima de tudo, com a Palavra de Deus.
Muitas meninas, evangélicas, começaram a sonhar (no sentido de dormir e ter um sonho) com o galã (vampiro), depois de assistir o filme. Como lidar com essa situação? Sinceramente, não sei. Ouvi de minha filha um relato de uma colega de sua classe que estava sonhando com o Edward (vivido pelo ator Robert Pattinson). Não creio que isso tenha alguma relação com a espiritualidade ou algo equivalente. Acredito que o excesso de concentração, a fase da vida em que a imaginação encontra-se muito fértil, faz com que o muito pensar (sobre os livros) ou lembrar-se dos filmes provoque esse fenômeno. Minha recomendação é que os pais instruam as filhas (se elas assistiram as películas ou leram os livros), a não ficarem encabuladas, achando que encontrarão um “Edward” por aí, colocando a imagem dele no celular ou no computador, pois isso provoca um excesso de imagens mentais que, após irem para o inconsciente, ressurgem na forma de sonhos.
Qual o prejuízo para nossos jovens e adolescentes assistir filmes que trazem vampiros como mocinhos? A ideologia que a trama consegue passar. Esse aspecto para mim é o mais pernicioso. O existencialismo (com sua indiferença e irresponsabilidade quanto às consequências das más ações), ou mesmo o ceticismo, aparecem em diversos momentos. Só um exemplo, tem uma cena em que Bella (a atriz Kristen Stewart) e Edward chegam ao colégio onde ambos estudam. Devido ao fato de o Edward nunca ter sido visto com garota alguma, todo mundo fica olhando para eles. Ela então diz: “― Estamos quebrando todas as regras”, ao que ele responde: “― Não tem importância, eu vou para o inferno mesmo”. O momento é supervalorizado e não a eternidade. Se as pessoas que assistem soubessem da realidade do inferno, aí sim sentiriam arrepios. A Bíblia revela algo sobre este lugar que nenhum filme de terror pode reproduzir. No entanto, da forma como a ficção mostra, o inferno pode se tornar interessante em virtude da criatividade com que toda a trama se desenrola (nos livros ou nos filmes). Não saber distinguir a realidade da ficção, no sentido de aferir as consequências de determinados atos, é algo extremamente perigoso. Se em minha época de adolescência (final dos anos 80 e início dos anos 90), o conde Drácula era assistido ― e temido! ―, no enredo da autora Stephenie Meyer, os vampiros são “legais” e atraentes, além de cavalheiros. A principal mensagem do filme é que é possível o autodomínio, a autossalvação. Os vampiros, sem a ajuda de ninguém além de si mesmos, foram capazes de dominar seus impulsos grotescos. Isso é autorredenção. Observe a mensagem para o cristão: Somente através do novo nascimento é que recebemos uma nova natureza implantada em nós através do fruto do Espírito. Na trama vampiresca, não há necessidade alguma de intervenção divina, você mesmo se autorredime!
Caso queria acrescentar algo fique a vontade. Acrescentaria apenas que não adianta “espiritualizar”, dizendo que os filmes e os livros são um sucesso porque foram oferecidos a Satanás. É preciso que abramos os olhos para a realidade. Os livros, todos eles, indistintamente, possuem entre 380 a 580 páginas. Tem adolescente que conseguiu ler em um dia! É preciso que pensemos sobre o fato de que o adolescente gosta de ler. Acho que o que está faltando é produzir literatura que faça sentido para o adolescente cristão que vive no mundo pós-moderno. Não adianta insistir que eles não gostam de ler, quando conseguem “devorar” um livro de quase quatrocentas páginas em um único dia! É preciso que nos despertemos. Produzindo material com conteúdo cristão que faça sentido e seja interessante, instigador. C. S. Lewis afirmou certa vez que não precisamos de mais livrinhos sobre o cristianismo, mas de livros sobre outros assuntos e das mais variadas categorias literárias com o nosso cristianismo latente. Foi justamente o que tentei fazer em O Mundo de Rebeca.
Fonte: marketingparaescoladominical.blogspot.com |
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Gerais : Distribuição de Bíblias bate recorde, com 6,07 milhões de exemplares
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 17:50:03 (424 leituras) |
 A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) bateu recorde mundial na distribuição de Escrituras Sagradas em 2009, ao colocar para a população 6,07 milhões de Bíblias, 5,7% a mais comparado a 2008. “O alcance dessa marca denota, por um lado, a imensa busca do brasileiro pelas Escrituras Sagradas e, por outro lado, o empenho de cristãos, igrejas e outras organizações em levar essa mensagem a todos”, avaliou o diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer. Além da distribuição de Bíblias, em 2009 a organização entregou 739,9 mil Novos Testamentos, 2,43 milhões de porções bíblicas (livretos de texto bíblico), e 221,7 mil seleções bíblicas (folhetos com textos bíblicos). Dos 6,07 milhões de Bíblias, a SBB encaminhou 16,4% exemplares gratuitamente a populações carentes, como ribeirinhos da Amazônia, detentos, enfermos hospitalizados, pessoas portadoras de deficiência visual e estudantes. Em 2009, a SBB distribuiu 51 Bíblias completas em Braile, dois Novos Testamentos e 19,08 mil volumes individuais em Braile, que contém, em média, um ou dois livros bíblicos. A Bíblia completa em Braile é formada por 39 volumes. A SBB também ingressa nas publicações multimídias. No ano passado, ela distribuiu 23,3 mil exemplares do Novo Testamento em áudio e 3,2 mil exemplares da Biblioteca Digital da Bíblia, que reúne em cada CD-Rom mais de uma dezena de Bíblias completas em diversos idiomas. Fundada em 1948, a SBB é uma entidade sem fins lucrativos que tem por missão promover a difusão da Bíblia. Ela integra as Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), uma aliança mundial fundada em 1946 e presente, hoje, em 200 países e territórios.
ALC/Notícias Cristãs
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Gerais : Empresa vende boneco ´Jesus´
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| Enviado por Webmaster em 10/03/2010 17:49:30 (326 leituras) |
Uma empresa cristã lança boneco Jesus que fala versículos bíblicos e custa R$ 49,90 no Brasil.
 Você teria coragem de comprar um boneco de Jesus e dar para seu filho brincar? A bíblia diz que não devemos chamar o nome de Deus em vão, e agora as criancinhas estarão brincando com o boneco de Jesus. "ensina a criança no caminho que deve andar e ainda que cresça jamais desviará" o diabo sabe disso e como sempre faz uso da palavra de Deus para conseguir seus intentos.
Como será o futuro destas crianças evangélicas? Quando crescer e entrarem em um estabelecimento católico, irão pregar sobre imagens de esculturas? Se desde crianças tiveram uma?
Denunciem, não de a seus filhos estes brinquedos, e avisem aos amigos que não concordam, pois o diabo se encarregara de mandar alguém levá-lo ate você pensando que irá agradá-lo pois seus filhos são crentes em Jesus Cristo, torne isto notório a quem puder.
Deus e fiel. Você sabia, que a imagem que fala esta no apocalipse? E que nem as imagem da igreja católica falam por enquanto? Será tudo normal em breve...tome cuidado com princípio da idolatria.
Fonte: Gospel Prime |
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